Ana Sofia
Uma especialista em desenvolvimento pessoal que trabalha sobretudo com mães, na convicção de que orientar uma mãe é orientar o que vem a seguir.
Um trabalho íntimo
precisa de uma marca calma.
A Ana Sofia acompanha mães em processos de crescimento pessoal. É um trabalho de proximidade, feito de confiança, e a marca tinha de o dizer antes da primeira conversa.
O setor está cheio de tipografia manuscrita e cor-de-rosa. Isso não era ela.
- Setor visualmente repetido e infantilizado
- Sem símbolo que traduzisse acolhimento
- Materiais sem continuidade entre si
- Marca pessoal sem sistema
Círculos que acolhem,
meias-luas que elevam.
Acolhimento desenhado com círculos
Círculos como base, meias-luas em combinação: duas figuras que se envolvem sem se sobreporem. Lê-se como abraço e como ascensão, que são as duas ideias centrais do trabalho da Ana Sofia.
- Símbolo isolado e assinatura
- Construção geométrica documentada
- Versões para claro e escuro
Roxo profundo, dourado quente
Um roxo escuro para a base, sério, adulto, longe do cor-de-rosa do setor, com dourado para o acento e um cinza-azulado para as áreas de descanso.
- Três cores com papéis definidos
- Contraste verificado
- Regras para fotografia por trás
A marca a criar textura
Os padrões usam elementos do próprio símbolo, combinados em texturas que estabelecem a personalidade da marca como fonte de acolhimento e de ascensão.
- Padrões derivados do símbolo
- Escalas para fundo e para detalhe
- Aplicação em materiais e redes
A construção do símbolo.
Um símbolo que se explica é um símbolo que se defende. Estas são as regras de construção e a área de proteção que garantem que se mantém igual em qualquer aplicação.
Círculos e meias-luas
A construção parte de figuras simples, o que mantém o desenho estável em qualquer tamanho.
Espaço à volta
A área livre definida evita que a marca fique espremida entre outros elementos.
Textura com significado
Os padrões repetem elementos do símbolo para criar continuidade sem repetir o logótipo.
Roxo que não infantiliza.
A escolha mais importante foi de subtração: nada de manuscrito, nada de rosa, nada de ilustrações de família. Só geometria e cor.
O que passou a acontecer.

- A marca deixou de parecer o setor
- Distingue-se num mercado onde quase tudo comunica igual.
- Um símbolo que se explica
- A geometria conta a promessa (acolher e elevar) sem uma linha de texto.
- Sistema em vez de peças
- Padrões e regras permitem criar material novo sem recomeçar.
- Percentagens
- Não publicamos números de clientes sem autorização escrita. Os deste projeto discutem-se na chamada, com os dados à frente.
- Promessas de resultado
- Desenvolvimento pessoal não se mede em percentagens, e não vamos fingir que sim.
Outro caso do mesmo tipo.
Se o teu negócio é bom
e está preso ao offline.
Trinta minutos sobre o que vendes e como medes. Se não formos a escolha certa, dizemos-te logo.
A marca a falar todos os dias.
A identidade deu-lhe a forma; as redes deram-lhe voz. Conteúdo pensado para quem tem pouco tempo e muita culpa por não ter tempo.
Perguntas que fazem parar
“Todos temos 24 horas. Como estás a usar as tuas?” O conteúdo abre com a pergunta, não com a solução.
Trocas concretas
Preocupação por atenção plena, autocrítica por autoelogio. Mudanças pequenas, explicadas numa imagem.
Exercícios de dez minutos
Rotinas curtas para quem não tem uma hora. O desenvolvimento pessoal também é físico.