Guru Poupança
Branding não é um logótipo bonito. É desvendar a identidade de um negócio e contá-la de forma a que fique. Foi isso que fizemos aqui.
Poupança é um tema
que todos evitam.
O setor financeiro comunica todo da mesma maneira: azul, gravata, gráficos a subir e uma linguagem que afasta quem mais precisa de ouvir.
A Guru Poupança queria falar com quem quer poupar e não sabe por onde começar. Isso exige uma marca que não intimide.
- Setor visualmente indistinguível
- Linguagem técnica que afasta o público certo
- Sem personagem nem rosto reconhecível
- Concorrência feita a preço, não a valor
Ser a escolha óbvia,
não a mais barata.
Um rosto em vez de um logótipo
Criámos uma personagem, o guru, que dá cara e humor ao tema. Uma marca com rosto é lembrada e partilhada; um símbolo abstrato no setor financeiro desaparece entre os outros.
- Personagem com expressões e poses
- Símbolo aplicável sem a personagem
- Versões para avatar e para topo de site
Amarelo que chama, azul-noite que segura
Um amarelo forte para a ação e um azul quase preto para a base. Sai do azul institucional do setor sem perder credibilidade, o suficiente para se reconhecer numa lista de resultados.
- Duas cores com papéis definidos
- Contraste verificado para leitura
- Regras de utilização em fundo claro e escuro
Falar como quem explica a um amigo
Definimos o tom: direto, com humor, sem termos que obrigam a procurar no Google. A marca comunica com autoridade sem parecer que está a vender.
- Guia de tom de voz
- Lista do que nunca se diz
- Exemplos aplicados a conteúdos reais
O que o cliente
não sabia que precisava.
Quando começámos, o pedido era um logótipo. O que faltava era outra coisa, uma razão para escolher esta marca em vez da mais barata.
Deixar de competir por preço
Uma marca única e desejável é escolhida pelo valor. Quem compete só por preço perde no dia em que aparece alguém mais barato.
Confiança que gera lealdade
Uma marca forte transforma curiosos em quem recomenda. É o que sobra quando a campanha acaba.
Ser ouvida acima do ruído
Mensagem clara, tom consistente e uma personagem que se reconhece, vender deixa de parecer vender.
Amarelo de alerta,
azul de cofre.
O contraste é intencional: o azul-noite dá a seriedade que o tema exige, o amarelo dá a energia que o setor não tem.
Uma marca que se vê.
Um site que faz contas.
Em 2026 a identidade saiu do manual e ganhou um site: 23 páginas, sete simuladores, um jogo e a personagem sempre à vista. Tudo com o rigor que uma entidade supervisionada pelo Banco de Portugal exige.




O que passou a acontecer.

- A marca passou a ter rosto
- A personagem tornou-se o elemento reconhecível, aplicável a qualquer formato.
- Um tom em vez de improviso
- Cada texto passou a ter regras, o que se diz, como se diz e o que nunca se escreve.
- Valor antes de preço
- A comunicação passou a defender o que a marca faz, e não quanto custa.
- Percentagens
- Não publicamos números de clientes sem autorização escrita. Os deste projeto discutem-se na chamada, com os dados à frente.
- Promessas de retorno
- Não fazemos, nem deixamos a marca fazer, promessas de rendimento. Educação financeira não é aconselhamento.
Outro caso do mesmo tipo.
Se o teu negócio é bom
e está preso ao offline.
Trinta minutos sobre o que vendes e como medes. Se não formos a escolha certa, dizemos-te logo.