Branding não é um logótipo bonito. É desvendar a identidade de um negócio e contá-la de forma a que fique. Foi isso que fizemos aqui.
O setor financeiro comunica todo da mesma maneira: azul, gravata, gráficos a subir e uma linguagem que afasta quem mais precisa de ouvir.
A Guru Poupança queria falar com quem quer poupar e não sabe por onde começar. Isso exige uma marca que não intimide.
Criámos uma personagem — o guru — que dá cara e humor ao tema. Uma marca com rosto é lembrada e partilhada; um símbolo abstrato no setor financeiro desaparece entre os outros.
Um amarelo forte para a ação e um azul quase preto para a base. Sai do azul institucional do setor sem perder credibilidade — o suficiente para se reconhecer numa lista de resultados.
Definimos o tom: direto, com humor, sem termos que obrigam a procurar no Google. A marca comunica com autoridade sem parecer que está a vender.
Quando começámos, o pedido era um logótipo. O que faltava era outra coisa — uma razão para escolher esta marca em vez da mais barata.
Uma marca única e desejável é escolhida pelo valor. Quem compete só por preço perde no dia em que aparece alguém mais barato.
Uma marca forte transforma curiosos em quem recomenda. É a base de uma relação que dura mais do que uma campanha.
Mensagem clara, tom consistente e uma personagem que se reconhece — vender deixa de parecer vender.
O contraste é intencional: o azul-noite dá a seriedade que o tema exige, o amarelo dá a energia que o setor não tem.
Trinta minutos sobre o que vendes e como medes. Se não formos a escolha certa, dizemos-te logo.