Uma ideia de mobilidade urbana com duas audiências ao mesmo tempo: quem quer andar e quem quer conduzir. O site tinha de falar com as duas sem confundir nenhuma.
A Go Tuk juntou a tradição dos tuk-tuks de Lisboa a uma app de reservas. O problema não era a ideia — era explicá-la. Quem procurava um passeio queria saber o preço, o percurso e como reservar. Quem tinha um tuk-tuk queria saber quanto ganhava e o que era preciso para entrar.
Tudo isso vivia na mesma página, misturado.
Separámos o percurso de quem reserva do percurso de quem quer conduzir. Duas páginas, dois discursos, a mesma identidade. Ninguém tem de ler o que não lhe diz respeito.
O botão de download passou a estar onde a decisão acontece, não no fundo da página. Código QR visível para quem está a ler no computador e vai reservar no telemóvel.
Construímos as FAQ a partir do que a equipa ouvia ao telefone: preços, duração, tempo de chuva, número de pessoas, o que faz um guia. Cada resposta encurta a distância até à reserva.
O mesmo sistema visual, duas leituras. O turista vê uma cidade; o condutor vê um negócio. As cores, a tipografia e os botões são os mesmos — muda a pergunta a que cada página responde.
Reserva em poucos toques, guias locais, pagamento seguro. Três razões, três linhas, um botão.
Maior rendimento, gestão simples, suporte e sem custos fixos. Os argumentos que a equipa já usava ao telefone, agora escritos.
FAQ construídas a partir das perguntas reais, para que a reserva não pare à espera de resposta.
A marca já tinha o vermelho. O nosso trabalho foi dar-lhe uma grelha, uma tipografia com carácter e regras para não se perder entre as duas audiências.
Trinta minutos sobre o que vendes e como medes. Se não formos a escolha certa, dizemos-te logo.