Quando o país fechou, a CJ Seguros ficou com as portas trancadas e os clientes na mesma a precisar de soluções. Não estava preparada para captar no digital. Foi aí que nos chamaram.
A CJ Seguros tinha anos de confiança construída ao balcão. A pandemia tirou-lhe o balcão. O que existia online não chegava para receber quem já não podia entrar pela porta.
O trabalho não era inventar uma empresa nova. Era pôr a que existia a funcionar noutro sítio.
Refizemos a identidade a partir dos valores que a empresa já praticava, sem quebrar o reconhecimento de quem era cliente há anos. Novo símbolo, nova paleta, mesma promessa.
O site passou a permitir simulação por tipo de seguro e compra online. Cada produto com o seu caminho, e a equipa a receber os pedidos já organizados.
Estética importa, mas um site lento perde quem chega. Construímos para velocidade e para leitura em telemóvel — que é onde a maioria das simulações começa.
Num seguro, a pessoa quer três coisas: perceber o que está a comprar, comparar sem esforço e saber que há alguém do outro lado. O site foi construído por essa ordem.
Automóvel, multirriscos, saúde e vida com simulação própria e compra imediata onde é possível.
Avaliações reais do Google à vista, seguradoras parceiras e a equipa com rosto.
Bloco empresarial com acidentes de trabalho, responsabilidade civil e transportes, com pedido próprio.
O setor é azul de ponta a ponta. Escolhemos sair dele: roxo profundo como base e turquesa como acento, para que a marca se reconheça numa lista de resultados.
Trinta minutos sobre o que vendes e como medes. Se não formos a escolha certa, dizemos-te logo.