Uma marca de cosmética natural num mercado onde toda a gente diz “natural”. O trabalho era mostrar o que isso quer dizer aqui, imagem a imagem.
A OTTA vende cuidado de pele de base natural. O problema do setor é que a palavra perdeu peso: está em toda a embalagem e em todo o anúncio.
A diferença tinha de aparecer na imagem — na luz, na textura, nas escolhas — antes de aparecer no texto.
Círculos, tons de areia e água, fotografia com luz natural. Cada peça é diferente, mas a grelha lê-se como um conjunto quando alguém abre o perfil.
Definimos três pilares — natureza, produto e pergunta — e um ritmo. Cada publicação existe para fazer uma coisa, e sabe-se qual antes de ser produzida.
Terminar com uma pergunta não é truque: é a diferença entre um post visto e um post comentado. Escrevemos as legendas para abrir conversa, não para fechar o assunto.
Publicar todos os dias sem sistema é ruído. Estes são os três tipos de conteúdo que a marca alterna, e a razão de cada um existir.
A origem dos ingredientes e a razão de serem escolhidos. É aqui que a palavra natural ganha conteúdo.
O produto com o benefício explicado em linhas curtas, sem lista de químicos nem promessas médicas.
Peças que terminam com uma pergunta ao público, feitas para gerar resposta e não apenas alcance.
Trinta minutos sobre o que vendes e como medes. Se não formos a escolha certa, dizemos-te logo.