OTTA
Uma marca de cosmética natural num mercado onde toda a gente diz “natural”. O trabalho era mostrar o que isso quer dizer aqui, imagem a imagem.
Toda a gente diz natural.
Poucos mostram porquê.
A OTTA vende cuidado de pele de base natural. O problema do setor é que a palavra perdeu peso: está em toda a embalagem e em todo o anúncio.
A diferença tinha de aparecer na imagem, na luz, na textura, nas escolhas, antes de aparecer no texto.
- Categoria saturada pela mesma linguagem
- Publicações sem sistema entre si
- Sem pilares de conteúdo definidos
- Legendas que descreviam em vez de perguntar
Três pilares,
uma grelha que se reconhece.
Um sistema visual para a grelha
Círculos, tons de areia e água, fotografia com luz natural. Cada peça é diferente, mas a grelha lê-se como um conjunto quando alguém abre o perfil.
- Moldes por tipo de conteúdo
- Paleta fixa de fundos
- A marca sempre no mesmo canto
Publicar com intenção, não por volume
Definimos três pilares (natureza, produto e pergunta) e um ritmo. Cada publicação existe para fazer uma coisa, e sabe-se qual antes de ser produzida.
- Pilares de conteúdo definidos
- Calendário com intenção por peça
- Nada publicado só para não falhar o dia
Legendas que pedem resposta
Terminar com uma pergunta não é truque: é a diferença entre um post visto e um post comentado. Escrevemos as legendas para abrir conversa, não para fechar o assunto.
- Pergunta no fim de cada peça
- Tom consistente entre publicações
- Resposta aos comentários como parte do trabalho
O que cada peça faz.
Publicar todos os dias sem sistema é ruído. Estes são os três tipos de conteúdo que a marca alterna, e a razão de cada um existir.
De onde vem
A origem dos ingredientes e a razão de serem escolhidos. É aqui que a palavra natural ganha conteúdo.
O que faz
O produto com o benefício explicado em linhas curtas, sem lista de químicos nem promessas médicas.
Para abrir conversa
Peças que terminam com uma pergunta ao público, feitas para gerar resposta e não apenas alcance.
O que passou a acontecer.

- Um perfil que se lê como um todo
- A grelha passou a ter identidade própria, reconhecível antes do nome.
- Publicar deixou de ser improviso
- Com pilares definidos, cada peça tem função antes de ser desenhada.
- Conversa em vez de monólogo
- As legendas passaram a pedir resposta, o que muda o tipo de interação que a marca recebe.
- Percentagens sem contexto
- Quando publicamos números, dizemos de que período são e sobre que base. Percentagens de arranque parecem sempre maiores do que são.
- Promessas de resultado na pele
- Cosmética não é medicina. Não publicamos antes-e-depois nem promessas clínicas.
Outro caso do mesmo tipo.
Se o teu negócio é bom
e está preso ao offline.
Trinta minutos sobre o que vendes e como medes. Se não formos a escolha certa, dizemos-te logo.